Representação
Itaúna e o Centro-Oeste precisam de uma voz presente, capaz de dialogar e buscar recursos em Brasília.
Eu sou Gláucia Santiago. Nasci em Itaúna e foi aqui que construí minha vida, minha família e minha história de trabalho. Sou mãe, avó e pedagoga. Trabalhei por cerca de 40 anos no cartório, uma trajetória que me ensinou o valor da responsabilidade, da escuta, da palavra e do serviço bem-feito.
Meu interesse pela vida pública nasceu do contato diário com as pessoas e da vontade de ajudar a transformar necessidades em soluções. Fui vereadora por três mandatos, fui a mais votada e me tornei a primeira mulher vice-prefeita de Itaúna. Também atuei como secretária de Desenvolvimento Social, sempre próxima das famílias e das causas que mais precisam de cuidado.
Tive a honra de exercer o mandato de deputada federal e de ser a primeira mulher de Itaúna a ocupar uma cadeira no Congresso Nacional. Essa experiência confirmou aquilo em que acredito: quando uma cidade tem representação, diálogo e trabalho, ela consegue abrir portas e buscar recursos.


Foi com essa disposição que ajudei a articular R$ 5 milhões para o Hospital Manoel Gonçalves. Esse resultado representa mais do que um número. Representa cuidado com pacientes, apoio a profissionais e fortalecimento de uma instituição que atende Itaúna e região.
Sou uma mulher de direita, conservadora nos valores, firme nas minhas convicções e respeitosa no diálogo. Acredito na fé, na família, no trabalho, na responsabilidade e na política feita para melhorar a vida das pessoas.
Quero representar Itaúna, o Centro-Oeste de Minas e todos aqueles que acreditam em uma política próxima, responsável e capaz de entregar. Quero levar a nossa voz a Brasília e trabalhar para que saúde, educação, oportunidades, proteção às mulheres, cuidado com os animais e força para os municípios sejam prioridades.
Itaúna e o Centro-Oeste precisam de uma voz presente, capaz de dialogar e buscar recursos em Brasília.
Recurso para a saúde precisa virar atendimento, estrutura e cuidado na ponta.
Mulher pode ser de direita, pode liderar e pode abrir caminhos para outras mulheres.
A política deve proteger as famílias e criar condições para que elas vivam com segurança e dignidade.
Mandato não é título; é presença, responsabilidade, articulação e prestação de contas.
Firmeza não exige desrespeito. É possível defender convicções e ouvir quem pensa diferente.
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Quero apoiar!Em Itaúna, Gláucia é pertencimento e oportunidade de representação. Na microrregião, é saúde e resultado comprovável. Fora, é uma mulher de direita, conservadora, preparada e realizadora. Em todos os lugares, a campanha deve entregar a mesma sensação: confiança para cuidar, experiência para representar e trabalho para realizar.